19 de fevereiro de 2009

Sobre comentários e avaliações de consumidores

A empresa de consultoria Forrester Research recentemente publicou um estudo chamado "Myths And Truths About Online Customer Reviews". Muitas lojas virtuais ainda se recusam a publicar comentários e avaliações de produtos feitas por seus consumidores, apesar do resultado ser comprovadamente benéfico.

Segue abaixo sete ações que os consumidores (USA) tomam depois de ler comentários negativos (eles podem tomar mais de uma ação), são:

"Depois de ler comentários ou avaliações negativas sobre um produto específico numa loja virtual, como você age?

  • 47% procuram por um produto alternativo;
  • 37% procuram por comentários de profissionais sobre o produto (fontes mais confiáveis);
  • 26% prosseguem com a compra do produto mesmo com as avaliações negativas;
  • 18% procuram por uma loja que ofereça "garantia de satisfação ou seu dinheiro de volta";
  • 7% entram em contato com a loja pra esclarecimento das questões levantadas nos comentários;
  • 7% entram em contato com o fabricante pra esclarecimento das questões levantadas nos comentários;
  • 6% publicam uma pergunta para o autor do comentário negativo.

Base: 2,890 e-consumidores dos Estados Unidos que lêem ou postam comentários e avaliações em lojas virtuais (foram aceitas respostas múltiplas à pergunta)

16 de fevereiro de 2009

Dicas para aumentar a conversão

Segue algumas dicas para aumentar a conversão de vendas da sua loja virtual.

1) Clube do Frete: esse tipo de incentivo premia o consumidor através de descontos ou isenção de frete. Na Amazon, por exemplo, o consumidor pode optar em pagar uma taxa única de 79 dolares e fica isento de pagar frete em quaisquer outras compras que fizer durante um ano (2-day shipping). Imagine como isso incentiva as pessoas a comprarem na Amazon tudo que puderem nesse período! Clique aqui pra ver como funciona.


2) Assinaturas: no momento do fechamento do pedido, a loja oferece descontos especiais se você optar em receber o produto numa frequencia determinada (remédios, cosméticos, ração animal, etc). Veja um exemplo abaixo:


3) Serviço de Lembrança de Datas: as leis da boa usabilidade exigem que no check-out do carrinho de compras sejam coletados apenas os dados extremamente necessários para o consumidor finalizar o processo. Isso não impede que em algum outro momento do seu relacionamento com o consumidor (banner, e-mail, etc) você pergunte pra ele as datas comemorativas de pessoas próximas (aniversário de casamento, da esposa, do chefe, do filho, da sogra, etc). Sabendo essa data você poderá enviar com antecedência, lembretes com sugestões de presentes da sua loja.

4) Programas de reciclagem: a loja MAC Cosmetics oferece um batom ou sombra para os olhos a cada seis recipientes vazios de qualquer produto deles que a consumidora devolver. Isso não só ajuda o meio ambiente, mas também estimula um consumo mais rápido dos produtos.

12 de fevereiro de 2009

Situações do comercio eletronico no mundo fisico....

Essa é uma série de video divertidos mostrando como seriam algumas situações do comércio eletrônico se elas acontecessem no mundo físico.

São videos virais feitos por uma empresa que vende softwares para desenvolvimento de lojas virtuais, a Elastic Path. Vale conferir:

Se os buscadores realmente entendessem o que procuramos...



Clientes que compraram esse produto também compraram...



Redirecionamento prematuro de página...



Zero resultados encontrados...



Pagina não encontrada...



Confirmação de preço...



Abandono de carrinho de compras...

MBA em Gestão e Estratégias em Comércio Eletrônico

A Universidade Anhembi Morumbi em parceria com duas das maiores empresas de comércio eletrônico na América Latina, e-bit e BuscaPé, abriu as inscrições para os cursos de MBA em Gestão e Estratégias em Comércio Eletrônico e MBA em Gestão da Informação (Business Intelligence).
As aulas serão às terças e quintas a noite, no recém inaugurado Campus da Anhembi Morumbi na Avenida Paulista, 2000.
As matrículas feitas até o dia 6 de março terão 20% de desconto.
Mais informações pelos telefones: 0800 015 9020 ou (11) 3847-3198 / 3847-3050 / 3847-3241

9 de fevereiro de 2009

A Classe de Baixa Renda e o Comércio Eletrônico

Que as classe de baixa renda aumentaram seu poder de compra, é fato. Fabricantes, redes de varejo, bancos e agências de publicidade, investem cada vez mais em pesquisas pra entender o perfil de compra desses brasileiros das Classes C, D e E, que têm renda familiar abaixo de R$ 4.591,00 (segundo classificação da FGV).
Aliado à esse aumento do poder de consumo, a baixa cotação do dólar nos últimos dois anos e as facilidades de financiamento possiblitaram que esse público tivesse acesso ao seu primeiro computador doméstico.
A partir de alguns meses de uso do computador, vem a ambientação com as ferramentas de informática, como softwares e páginas web, o que torna esse público cada vez mais confiante e seguro em realizar suas primeiras transações pela internet, tais como cadastros mais complexos em sites, redes de relacionamento, internet banking e envio de declaração de renda.
Em 2007 foram mais de 25 milhões de pessoas físicas que usaram a internet para transações bancárias (FEBRABAN).
Essa confiança, aliada aos preços competitivios das lojas virtuais, vem trazendo cada vez mais o público de baixa renda para o comércio eletrônico brasileiro. Com isso, o perfil sócio-economico do e-consumidor está numa tendência de mudança bastante interessante, que promete continuar nos próximos meses.
Outro fator relevante que deve ajudar esse público a se conectar nos próximos anos, são os celulares. A queda nos preços da transferência de dados, em conjunto com aparelhos de melhor qualidade de tela e fácil usabilidade (vide i-Phone), a telefonia móvel também promete influenciar nas mudanças do perfil de compras on-line.
Para o estrategista de marketing on-line e comércio eletrônico é fundamental estar antenado nessas perspectivas. Criar sites de e-commerce com códigos "phone-friendly" certamente é um passo à frente da concorrência. Melhorar a qualidade das informações dos produtos e até adaptar a linguagem de comunicação do site, outro ponto.
No dia 25 de março terei a oportunidade de falar com mais detalhes desse perfil de consumo na internet no evento do Canal Executivo "E-commerce para Baixa Renda", em São Paulo. Se tiver a chance, compareça!

4 de fevereiro de 2009

Casas Bahia começa a vender pela internet

A noticia da semana no comércio eletrônico brasileiro foi sem dúvida o lançamento da loja virtual das Casas Bahia. Particularmente, achei o design interessante, com menus e imagens grandes e de facil navegação. Isso com certeza vai facilitar a vida do público-alvo da empresa, que tem pouca experiência de compras on-line. Uma coisa bem legal é a possibilidade de retirada do produto na loja. Poucas empresas estão explorando essa funcionalidade, já que o esquema de integração de estoques é bem complexo. Nos Estados Unidos essa opção é muito usada pelas redes varejistas que têm lojas físicas.
A entrada desse grande player só traz vantagens para o canal, uma vez que leva consigo pra internet, compradores do mundo físico que já se relacionam com a marca, indiscutivelmente uma das mais fortes do Brasil. Sejam bem-vindos ;o)